Paz Objectiva
Posted in Liverdades, arte, direitos humanos, divulgação, fotografia, geral on 08/01/2010 by Bruno Miguel ResendeKronos Quartet – Meltdown
Posted in Liverdades, arte, liberdade, sonoridades on 02/01/2010 by Bruno Miguel Resende
Estou apaixonado pela susanna maiolo
Posted in Liverdades, anarquia, anarquismo, anticlericalismo, geral, humor, pensamento, sociedade, teologia on 26/12/2009 by Bruno Miguel ResendeE o bento cai de bentas, melhor que alguma vez cómica televisionada, desta feita assisti às evoluções natalícias, odiando a televisão fui assistindo à palermice dos filmes americanos apenas superada pela estupidez aguda dos concursos de televisão e publicidades de tudo aquilo que é inútil à existência humana, abertura de circo jornalístico chamado telejornal com um cabecilha de nome rodrigues dos santos, diz-se por ai que também escreve circo em part-time, e a palavra “agressão” repetida até à cólica, e o gajo cai como um tordo, eu desfiz-me em riso. Repetição. Ora que não aguento mais. Em lentidão. E foi o riso satânico descrito por baudelaire que bradou! Quase ia às lágrimas de êxtase dionisíaco. E com o travesti maioral do clericalismo! É o teatro do absurdo pensei. E o rodrigues dos santos a voltar à retórica proselitista e venda da banha da cobra com a agressão, divino!
Pensei no desejo visceral de mordiscar a susana no lábio, com efeito, a minha libido tinha-se recomposto da selvajaria capitalista e da hipocrisia cristã, estou curado! Espalhei palavra.
Como era natalidade decidi comprar uma ovelha galante para oferecer a mim mesmo, fui ao gato vadio, tomei uns cafés e volta e meia vinha-me um riso à garganta, era do eclesiástico, do que cai como um tordo! Controlei-me. Trouxe a ovelha para casa, era do benjamin péret, li-a, e como o entendo… “Se visses barcelona como ela é hoje, ornada de barricadas, decorada de igrejas incendiadas de que só restam as quatro paredes, ficarias como eu, exultarias. Aliás, mal se passa a fronteira, a coisa começa. A primeira casa que se vê em território espanhol, uma grande villa rodeada por um parque, foi ocupada pelo comité operário de puigcerda. Chegando à aldeia ouve-se logo um ruído de trovoada. É uma igreja que os operários, não contentes por tê-la incendiado, deitam abaixo com uma raiva e uma alegria que dá gosto ver. Igrejas incendiadas ou privadas de sinos – só se vê disto na catalunha, ao longo da via do medonho comboiozeco que tive de tomar para ir de puigcerda a barcelona e que foi para mim um passeio feérico.“. Feérico, sim péret, é feérica a coisa!
Feita a lide literária que me desinfectou da estupidologia natalícia, poesia surrealista de uma toma só, voltei ao bento, e vi a coisa várias vezes até me doerem os maxilares! E analisei a palermice social, agressão diria o jornalista medíocre da televisão estatal e católica, deixei o surrealismo e pensei em realismo, fui à lógica.
Ora se agarrar pode ser considerado uma agressão, então a primeira agressão é feita pelos seguranças do travestismo católico à minha muito amada susana, ou seja, se agarrar alguém é agressão, e ainda mais, um problema psiquiátrico, então a cristandade está em lençóis cheios de excremento. Os seguranças agridem a susana antes dela agarrar em que quer se seja, essa é a realidade da coisa, portanto na lógica dita real, a cristandade ou sofre de perturbações mentais ou a oftalmologia anda na falência. Claro está, quando alguém tropeça incorre na demência da agressão, pois que é instinto humano as mãos ganharem vida própria e tentarem agarrar alguma coisa. Mas isso digo eu, já a lógica televisionada, estatal, publicitária, católica e outros factores de risco à saúde intelectual são outras lógicas.
Não obstante a agressão dos seguranças, na enxurrada da queda o bento cai de bentas, e nem o cajado o salva, muito menos os deuses do panteão romano! Como um pinheiro abatido diria. Belíssimo! Porque a tirania também tomba, e quem não percebe a conceptualização da coisa averigua as sinapses em falta, mas a estupidez de ver agressão onde não há é mais que motivo de chacota generalizada, a miopia da estupidez fulmina, e o circo é um orgasmo para o espírito.
E decididamente, estou apaixonado pela susanna maiolo…
E sou idólatra no Susanna Maiolo Fans Club
Filo-Café: O Alto
Posted in Liverdades, arte, comunicação, divulgação, filosofia, fotografia, geral, liberdade, literatura, poemas, poesia, sonoridades on 11/12/2009 by Bruno Miguel ResendeFilo-Café: O Alto, 12 Dezembro de 2009, 21 horas, Casa do Campo, Vilar de Viando, Mondim de Basto.
Um filo-café é um triciclo. Movimenta-se pelos próprios. Não tem petróleo. A sua combustão é activada pelo desejo. Não se paga, não se paga. Apaga-se. E vem outro. Cabeças sem trono. Um filo-café lembra-se. Desaparece sem dor.
Inscritos ao alto: henrique dória (poesia, mondim); domingos oliveira (escultura, mondim); amélio (música, mondim), andré queirós (música, mondim), bruno pereira (música, mondim), carlos silva (fotografia, porto), paulo j. mendes (pintura, matosinhos), elisabete pires monteiro (pintura, porto), josé m. silva (musica, feira), herminio chaves fernandes (escultura, vilar-boticas), carlos vinagre (poesia, espinho), silvia silva (performance, matosinhos), banda cordarosa (música, celorico de basto), marilia miranda band (musica, vila real), amilcar mendes (poesia, porto), alexandre teixeira mendes (porto, pensamento), iolanda aldrei (poesia, compostela), sara rocha (escritos, vila real), ana almeida santos (poesia, porto), alberto augusto miranda (pensamento, rechousa), vitor dias (pensamento, porto), bruno resende (poesia, aldoar).
Mercado Negro
Posted in divulgação, geral, literatura, livro on 08/12/2009 by Bruno Miguel ResendeA Escola Artística e Profissional Árvore, a Cooperativa Cultural Gesto e as Editoras Independentes: Edições Mortas, Estratégias Criativas, Black Sun, Vendaval, Chili com Carne, Farândola,…, e as Revistas Boca de Inferno, Big Ode, Coice de Mula, Gambuzine, Detritos, Nada, Voz de Deus, Qu’Inferno, entre outras, promovem mais uma edição do Mercado Negro – Feira do Livro Alternativo e de outros produtos de culto independente.
Início: quarta, 9 de dezembro de 2009 às 10:00
Horário de término: sábado, 19 de dezembro de 2009 às 23:00
Localização: Cooperativa Cultural Gesto
Endereço: Rua Cândido dos Reis, 64
Cidade: Porto, Portugal
Lançamento da traição de psiquê
Posted in Liverdades, arte, erotismo, geral, literatura, livro on 27/11/2009 by Bruno Miguel ResendeO lançamento da obra A Traição de Psiquê pela editora Lugar da Palavra terá lugar no dia 5 de Dezembro, às 16.00 horas, na Biblioteca Municipal de Gondomar, no âmbito de uma tertúlia de poesia do amor e do erotismo, organizada pela ARGO – Associação Artística de Gondomar, entidade promotora do IV Prémio Nacional de Arte Erótica.
A obra conta com trabalhos dos seguintes autores: Adolfo Fonseca, Alice Santos, Ana Maria Mendonça, António Sem, Ausenda Hilário, Bruno Miguel Resende, Conceição Bernardino, Daniel Orge, Dinah Raphaellus, Fernando Neto, Fernando de Sousa Pereira, Florbela de Castro, Francisco Grácio Gonçalves, Glória Costa, Isabel Reis, João Bosco da Silva, João Cordeiro, João Filipe Pimentel, Joe Outeiro, José António Pinto, Luís Manuel Ferreira, Manuel M. Oliveira, Maria Escritos, Modesto Nogueira, Mónica Correia, Náiade, Namibiano Ferreira, Nazarith, Octávio da Cunha, Paulo Alexandre e Castro, Paulo César Gonçalves, Rafael Atalaio, Romeu Braga, Silvério Calçada, Sílvia Soares, Silvino Figueiredo e Vieira Calado.
Comunicado oficial de Bruno Miguel Resende em relação ao comunicado oficial da rede ex aequo em relação à 4ª Marcha do Orgulho LGBT em relação ao Porto
Posted in Liverdades, Poliamor, anarquia, anarquismo, direitos humanos, geral, hedonismo, liberdade, politica, sexo on 26/11/2009 by Bruno Miguel ResendeO Bruno Miguel Resende – gajo do Poly-Portugal – vem por este meio informar que lamenta as lamentações da rede ex aequo – associação de jovens lésbicas, gays, bissexuais, transgéneros e simpatizantes – relativamente à 4ª Marcha do Orgulho LGBT em relação ao Porto, e que a mesma organização burocrática não tenha subscrito o manifesto e participado oficialmente devido às suas cretinices descriminatórias.
Do comunicado lê sobre um objectivo da rede em relação aos jovens, “(…)o reconhecimento das suas especificidades enquanto pessoas LGBT.”, e lamenta a consideração que é feita, “especificidade” como a deficiência motora e a necessidade de rampas em passeios, “especificidade” como a deficiência mental e a necessidade de asilos permanentes, a alusão a uma especificidade como se na linguagem genética LGBT significasse algo, um jogo entre a causa e a consequência descriminatória, como se um “jovem LGBT” seja mais ou menos que um “jovem”, restam as cores das camisolas ao que se parece, e o arco-íris não tem patente registada.
Lamenta que a organização da referida marcha seja acusada pela organização burocrática do seguinte: “(…)não se centralizar nas necessidades das lésbicas, gays, bissexuais e transgéneros em Portugal, abordando temas independentes e não específicos destes cidadãos, transversais a qualquer orientação sexual e identidade de género.”, declarando que este embuste é somente uma “especificidade”, o poliamor, cuja transversalidade, paralela cruzada, ou mesmo diagonal recta é de teor subjectivo, não obstante emanar directamente das orientações e géneros, como qualquer leigo na matéria o saberá, lembrando que uma cultura geral minimalista dentro dos trâmites da questão em causa pode ser especificado segundo um caso específico de fácil percepção de inclusão, a bissexualidade. Salienta que a dupla orientação sexual é dupla, ou seja, mais que um, o conceito monogâmico não coincide directamente com a bissexualidade, pois a bissexualidade não é uma locomoção entre a heterossexualidade e a homossexualidade sem que as duas algumas vez coexistam, a bissexualidade verifica-se num mesmo espaço-tempo, em termos mais burocratas e compreensíveis à possibilidade de ignorância aguda, salienta que é como gostar de tostas mistas, uma tosta mista sem queijo não é uma tosta mista, é uma tosta de fiambre, uma tosta mista sem fiambre não é uma tosta mista, é uma tosta de queijo. Relembra que quem não gosta de tosta mista não a come, obviamente, e mais ficam para quem gosta, todos saem felizes.
Seguindo a cretinice lê “Não acreditamos ser possível comparar a inclusão de temas consensuais socialmente, como a luta contra o racismo e o sexismo, com um tema altamente polémico e problemático em termos de aceitação e recepção como o das relações poliamorosas.”, o que são tiros nos pés, nas mãos e muitos para o ar, considera pois, que se é consensual a luta contra o racismo e contra o sexismo porque se luta contra? É consensual que existem pessoas que gostam de bacalhau com natas, assim sendo não existe uma luta contra o preconceito do bacalhauismo e do natismo. Assevera que a polémica e problemática é tratada pelos membros poliamorosos e simpatizantes da camisola em questão, e não pelos vizinhos alcoviteiros, a aceitação e recepção pouco importam pois a poliamoria depende dos indivíduos que a constituem e não dos tribunais sociais, religiões, politicas, e organizações burocráticas administrativas papelistas obscurantistas medievalistas salazaristas como a rede ex aequo, como é óbvio, e inclusive de uma especificidade muito específica do abordado, saliente-se.
Declara uma falácia ingenuamente ignorante e reveladora de uma insegurança intelectual abismal, “consideramos que o movimento LGBT não se encontra preparado e com maturidade necessária”, o que é profundamente lamentável visto que são construídas ilações sobre uma estrutura que não se conhece, o eclipse da rede ex aequeo na organização da marcha desde o primeiro dia e a sua completa não presença, não apoio, não divulgação, leva a pensar que o conhecimento de causa deve ser divino, omnipresente, omnisciente, omnitudo, estranhando imenso o facto de o movimento para a marcha ter exposto o conceito poliamoroso nos seus eventos por um tal de Bruno Miguel Resende, com uma preparação e maturidade digna de registo, não ficando em registo, obviamente, qualquer comparência da rede ex aqueo a qualquer evento, o que no fundo tornou o ar mais respirável, o convívio com a polifobia pode causar danos na libido e no intelecto.
Enfatiza que a polifobia da organização em causa encontra pseudo-justificativos como ”(…) não correr o risco de alienar pessoas.”, estrutura demonológica usada desde séculos, não falar e não dar a conhecer, assim se lembra, colocaram judeus em campos de concentração, mulheres em asilos domésticos, homossexuais em guetos, e uma panóplia mais de exemplos que se resumem à máxima inquisitorial de não falar do diabo, sendo que diabo significa todos os comportamentos sexuais que não o heterosexualismo, todas as estruturas afectivas que não o monogamismo, todas as filosofias e religiões que não o catolicismo, todas as cores de pele que não a branca, todos os rituais e festas que não as santificadas, logo, a mesma estrutura que demoniza a homossexualidade a demonizar o poliamor, declara que não falar de homossexualidade para não alienar pessoas é uma estrutura discriminatória também muito usada, enfatiza que o senso comum revela que as acusações não possuem bom senso, nem sequer na sua especificidade. No fundo, a questão prende-se com a necessidade de combater toda e qualquer estrutura discriminatória, logo, a rede ex aqueo tem de ser combatida como tantas outras instituições de proliferações de cancros mentais, de demagogia saloia e de estupidez aguda.
Não obstante a estupidologia reinante, clarifica o seguinte sobre a rede ex aequo, que “(…) tenta ser o mais universal possível e conseguir acolher no seu seio pessoas com as mais diversas sensibilidades e posturas noutros temas da vida.”, ou seja, pessoas poliamorosas ou simpatizantes do conceito, ou simplesmente pessoas isentas de preconceitos não são bem recebidas no seio desta estranha organização, poliamor é um tema da vida que merece todo o ódio irracional da entidade citada, que melhor se revela quando se sabe que a organização apenas interagiu com a organização da marcha atrás referida para expulsar o poliamor ou qualquer conceito transversal, paralelo, diagonal ou recto, sendo o exemplo mais clarificador a deslocação de Aveiro ao Porto para consolar e masturbar a sua polifobia, quanto ao possível apoio às lides um declarado zero, vírgula zero, sem transversal, nem diagonal, nem rectilínea. Declara que existem paraquedistas em busca do protagonismo barato, a imaturidade acarreta tais problemáticas existenciais, resta a opção de guardarem o ódio vesgo nos seus textículos gregários.
Como resumo, destaca que para a organização citada o termo LGBT é como uma entidade divina descontextualizada do mundo terreno, e real, “A rede ex aequo não se manifesta nem toma posições excepto em questões estritamente LGBT”, sendo que para além da mentira descarada da não manifestação e não posicionamento evidente na sua inquisição ao tema poliamoroso, manifestado e posicionado como é visível mesmo com areia nas retinas, é salientado que existem temas estritamente LGBT e temas não estritamente LGBT, o que necessita de uma explicação mínima, um leve racionalismo e argumentação que possa conferir o mínimo de credibilidade a uma afirmação tão absurda. Obscurantisticamente está claro que um surdo homossexual é estritamente surdo, ou estritamente homossexual? Luta contra os preconceitos, ou contra um de cada vez de acordo com a sua “especificidade”, definida algures em textos sagrados? Pertencendo ao clube LGBT não se pode pertencer a outro clube, como o dos gajos que comem bacalhau com natas? Existem pessoas estritamente lésbicas? As únicas que se conheça são de Lesbos, na Grécia. Estritamente gays? Vinte e quatro horas por dia em alegria? Os pansexuais podem juntar-se ao clube? Precisam de beijar o anel de algum cardeal LGBT? Interroga também, uma negra vegetariana homossexual hindu precisa de se juntar a quantos clubes para lutar contra a discriminação? Existem panóplias de questionamentos existenciais a colocar sobre o auto-de-fé da rede ex aequo, alguns mais estritos que outros, muitos de uma especificidade quase polémica, mas a bem da consciência e da saúde intelectual e física resta o comunicado emitido e a declaração do gosto por tostas mistas, das de facto.
Sem mais a acrescentar e com as mais cordiais e burocráticas saudações, louvando o milhar de presentes no evento citado que ajuda a criar, mesmo com o desapoio da supra citada organização, o eternamente vosso poliamoroso,
Bruno Miguel Resende
Da administração do grupo de colagens de cartazes da zona marítima da coisa,
Da organização de palestras sobre itifalias e poliamorias de Sappho,
Da entidade poética e artística dos falos que choviam e das afectividades quadruplas que não gostam de quadrúpedes,
Do comité central para as esmolinhas,
Do merchandising e venda de ebriedades em sítios não estritamente LGBT, especificamente sítios somente,
Da representação oficial na 4ª Marcha do Orgulho LGBT em relação ao Porto, grupo pouco burocrático, pouco medieval, pouco monogamista, pouco preconceituoso, e muito, mas muito fofinho Poly-Portugal.
lançamento de khaos poeticum
Posted in Liverdades, arte, divulgação, geral, literatura, livro, poesia on 07/11/2009 by Bruno Miguel Resende
O autor, Bruno Miguel Resende e a Temas Originais têm o prazer de o convidar a estar presente na sessão de lançamento do livro “Khaos Poeticum” a ter lugar no Ateneu Comercial do Porto, sito na Rua Passos Manuel, 44, Porto, no próximo dia 14 de Novembro, pelas 16:00. Obra e autor serão apresentados pelo poeta Xavier Zarco e esta sessão contará com a leitura de poemas por Anaas e Tarnaa.
Sinopse: Do caos à consciência do nada, uma viagem em demanda das palavras exactas, num ambiente marcadamente notívago, sempre sob o pensamento nietzscheano.
Divulgação: Estrela ausente de Deborah Nofret
Posted in arte, divulgação on 14/10/2009 by Bruno Miguel Resende








