Syncrosect: Jedi of Psy

Publicado em Liverdades, anarquia, anarquismo, arte, consciência, espiritualidade, geral, hedonismo, liberdade, psicadelismo, psytrance, sonoridades às Julho 1, 2009 por Bruno Resende

GayClic contra a Homofobia

Publicado em Liverdades, anarquia, anarquismo, direitos humanos, divulgação, geral, hedonismo, humor, liberdade, sociedade às Julho 1, 2009 por Bruno Resende

Noite Artística @ Atelier

Publicado em Liverdades, anarquia, anarquismo, arte, comunicação, consciência, direitos humanos, divulgação, erotismo, espiritualidade, fotografia, geral, goticismo, hedonismo, liberdade, literatura, pensamento, poemas, poesia, sonoridades às Junho 29, 2009 por Bruno Resende

Infernus 13 – Sobre Bacanais

Publicado em Liverdades, anarquia, anarquismo, arte, comunicação, divulgação, espiritualidade, geral, hedonismo, liberdade, literatura, pensamento, poemas, poesia, satanismo, sociedade às Junho 23, 2009 por Bruno Resende

O Solstício de Verão já chegou, e com ele a 13ª edição da revista Infernus, um veículo de informação a nu e de livre pensamento oriundo da Associação Portuguesa de Satanismo.

O enfoque desta edição dirige-se para a mitologia, e nela toma forma o meu artigo “Sobre Bacanais”, uma breve deambulação pelos rituais báquicos.

Índice
Divertirmo-nos também é um ritual – Nick Bougas – 4
Rituais Satânicos – Lurker – 8
O Eixo Germano-Lusitano – Arlindo Castanho – 10
Velinas – Devis DeV deviLs g – 18
Acordei sem saber que Ritual era – Mosath – 22
Bacanal – BM Resende – 32
Rituais de Iniciação – Metzli – 35
Visita ao Meu Coração – Outubro – 39

A Infernus 12 pode ser lida com um click sobre a imagem seguinte.

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Divulgação: Noite Artística @ Atelier

Publicado em Liverdades, arte, divulgação, fotografia, geral, poemas, poesia às Junho 17, 2009 por Bruno Resende

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Poema: Epigeus Carbóneos

Publicado em Liverdades, arte, consciência, espiritualidade, filosofia, geral, goticismo, hedonismo, liberdade, literatura, pensamento, poemas, poesia às Junho 14, 2009 por Bruno Resende

Rabisquei à impregnação,
em sibilários das sombras,
com acidificações em curvatura,
dos abstractos limoeiros,
envolvência em perdições,
para falésias folhadas.

Nas fissuras se revolta o húmus,
tinturas que se apagam,
enaltecidas brancas pinceladas,
por negra tela expressionista.

Torturados em rugas,
em tempo de o não existir,
por coalhadas sensações,
plantados em sol sedento,
papiros rasgavam-se das telhas.

Regados ao suor reptiliano,
andrógino sobre luas,
rejuvenescência fotossintética,
transmórfico tormento da areia,
por folhas derramadas,
cinzento escrevinhado.

Esvoaçantes áridos pronunciados,
de nomes inomináveis,
com lembrança do meu esquecimento,
cravações às nervuras,
que ansiavam a lápide,
mas os milhafres percebem a clorofila.

Plantadas as flores do mal,
em virgens jardins epicuristas,
risos satânicos,
germinados do caos,
descrevi-me de fumos,
pelas artes da memória,
prefaciados aos giordanismos perceptivos,
contei eternos retornos,
sibilância serpenteada à cauda,
carbonos de um agora ao infinito.

© BM Resende

Foto-reportagem Filo Café: A Doença

Publicado em Liverdades, arte, comunicação, consciência, filosofia, fotografia, geral, liberdade, literatura, livro, pensamento, poemas, poesia às Junho 14, 2009 por Bruno Resende

Espinho, 6 de Junho e um Filo Café sobre doenças.

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Fotografias de Nélson Silva sobre o evento incomum a serem vistas aqui.

Artes Visuais: Transmorphosys IV

Publicado em Liverdades, arte, consciência, erotismo, espiritualidade, fotografia, geral, liberdade às Junho 13, 2009 por Bruno Resende

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Poema: Colmeia

Publicado em Liverdades, anarquia, anarquismo, arte, geral, literatura, pensamento, poemas, poesia às Junho 13, 2009 por Bruno Resende

São pregados seios aos asfaltos,
sorvidos a urinas,
escorrida dos enriçados cabelos de paralelos,
dos ladeamentos com urticária,
boeiros sôfregos deglutem a penumbra,
para fraldas pestilentas em nascituros,
porque as fecalidades se congeminam,
às gravatas do bolor.

Pingam charcos aos estercos,
enquanto o mel é fumado pelos escapes,
tinturas cinzentas que passeiam à melancolia,
são doidivanas janelas para suicídios,
mordaças para nevoeiros em cicatrizes,
com a peste a seu lado.

As abelhas que já não zumbem,
fogem das jaulas e entram nas colmeias,
enquanto os lapsos de memória,
me lembram do esquecimento.

© BM Resende

Artes Visuais: Transmorphosys III

Publicado em Liverdades, arte, consciência, erotismo, espiritualidade, fotografia, geral, goticismo, hedonismo, liberdade às Junho 9, 2009 por Bruno Resende

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